20 Jun 2012
Lançamentos da Editora Martin Claret – Junho
Wednesday June 20, 2012 às 11:24 | Por Patricia | Arquivado em: Lançamentos | 1884 palavras | 244 Visitas | | 6 comentários

Olá leitores, como estão? Hoje postarei os livros da Editora Martin Claret, parceira do Toda Leitura, lançados neste mês de junho! Não deixem de conferir!

 

Nome: Kama Sutra nº 167 – Coleção A obra-prima de cada autor
Autor: Vatsyayana
 

Escrito para a nobreza da Índia por Vatsyayana, estudante celibatário que viveu em Pataliputra, o Kama Sutra faz parte da literatura religiosa hindu. Apesar do caráter erótico e com foco no prazer, seus ensinamentos pregam, em primeiro lugar, a elevação espiritual do homem.
Kama significa amor, prazer e satisfação. O termo é um dos pilares da religião hindu, em conjunto com o Dharma e o Artha (o mérito religioso e a aquisição de riquezas, respectivamente).
A obra foi composta nos séculos I e II da nossa era e proclama a arte indiana do amor. O mundo ocidental conheceu o Kama Sutra por meio da clássica tradução de Sir Richard Francis Burton e Foster Arbuthnot.
Atemporal, Kama Sutra é o maior clássico indiano sobre a arte do amor.

Nome: A Viuvinha / Encarnação nº 62 – Coleção A Obra-Prima de Cada Autor
Autor: José de Alencar

José de Alencar é um dos maiores representantes da ficção romântica nacional e um dos fundadores de uma literatura brasileira autônoma de Portugal.
Em seus romances urbanos A Viuvinha (1860) e Encarnação (1893), Alencar presenteia o leitor com histórias de amor, paixões, ciúmes, heróis e heroínas, apresentando os costumes, comportamentos e interesses da sociedade carioca na época do Segundo Império.
Caracterizados pelos preceitos medievais de revelação e conversão cristãs, e de amor e honra heroicos, os romances deste volume possuem importantes valores do Romantismo universal: o culto ao eu, o idealismo, o pessimismo e a melancolia.

Nome: Brás, Bexiga e Barra Funda nº 74 – Coleção A Obra-Prima de Cada Autor
Autor: Antônio de Alcântara Machado

O paulistano Antonio de Alcântara Machado se destacou no movimento modernista quando publicou sua série de contos reunidos no livro Brás, Bexiga e Barra Funda (1927). Seus contos são muito elogiados pela crítica e retratam com humor e exatidão a vida na São Paulo da década de 1920.
Brás, Bexiga e Barra Funda é composta por 11 contos que nasceram da experiência do autor como jornalista e são recheados do linguajar típico das notícias. Os três bairros paulistanos que dão nome ao livro retratam a influência e a integração dos imigrantes italianos na cidade de São Paulo.
Esta edição reúne também os 12 contos de Laranja da China (1928). Fruto de uma paródia do Hino Nacional muito popular na época de Alcântara Machado, “Laranja da China” é uma expressão que dá o tom humorístico e nacionalista aos contos, todos eles pincelados de humor e linguagem coloquial.

Nome: Elogio da loucura nº 37 – Coleção A Obra-Prima de Cada Autor
Autor: Erasmo de Rotterdam

Escrito em 1509 e publicado em 1511, Elogio da loucura é considerado um dos mais importantes livros da civilização ocidental e um grande influenciador da Reforma Protestante.
Neste ensaio singular, repleto de alusões clássicas, escritas no estilo típico dos humanistas do Renascimento – em que a loucura é a narradora que ao longo do texto vai mostrando o quanto está presente no mundo dos homens e que, no fundo, é quem torna a vida mais branda e suportável –, Erasmo critica o ensino da Escolástica, os falsos sábios distanciados da vida simples, a suntuosidade do alto clero em contraste com os ensinamentos de Cristo, a hipocrisia das instituições humanas e as guerras.
Uma das grandes obras do Renascimento, Elogio da loucura influenciou o processo das profundas transformações que marcaram o fim da Idade Média e início da Idade Moderna.

Nome: Mahatma Gandhi nº 177 – Coleção A Obra-Prima de Cada Autor
Autor: Huberto Rohden

Mahatma Gandhi (1958), escrito pelo filósofo e educador Huberto Rohden, é um marco importantíssimo na cultura brasileira.
Rohden foi um dos primeiros a trazer para o Brasil a biografia espiritual do imortal líder, místico e político indiano.
Gandhi é um fenômeno de incrível força cósmica. Sua mensagem de não violência é a mais revolucionária estratégia social, política e religiosa dos nossos tempos.
A obra, fartamente ilustrada, contém uma série de fatos interessantes, descrevendo a trajetória de Gandhi: seus estudos, sua vida pessoal, suas ações como líder do movimento de independência da Índia, sua vida espiritual e sua influência para a humanidade.

Nome: Leviatã nº 1 – Coleção A Obra-Prima de Cada Autor
Autor: Thomas Hobbes

Leviatã (1651) é a mais importante criação de Thomas Hobbes e considerada por muitos sua obra-prima.
A filosofia de Hobbes, especialmente sua teoria a respeito da origem contratual do Estado, exerceu profunda influência no pensamento de Rousseau, Kant e dos enciclopedistas. Além disso, contribuiu para preparar, no plano ideológico, o advento da Revolução Francesa.
Partidário do absolutismo político, defende-o sem recorrer à noção do “direito divino”.
Segundo o filósofo, a primeira lei natural do homem é a da autopreservação, que o induz a impor-se sobre os demais – “guerra de todos contra todos”. Leviatã é, sem dúvida, leitura obrigatória para os interessados em filosofia.

Nome: Fábulas nº 200 – Coleção A Obra-Prima de Cada Autor – Série Ouro
Autor: Jean de La Fontaine

Considerado o pai da fábula moderna, La Fontaine tornou-se conhecido internacionalmente com suas criações inspiradas na tradição clássica e oriental.
Fábulas é sua obra mais famosa. Escrita em versos, com uma linguagem simples e atraente que conquista imediatamente seus leitores, inclui histórias mundialmente conhecidas, como A cigarra e a formiga, O corvo e a raposa e A lebre e a tartaruga.
La Fontaine trata de temas universais, como a vaidade, a estupidez e o vício humanos, retratados por meio dos animais. Segundo ele, sua obra “é uma pintura em que podemos encontrar nosso próprio retrato”.
Esta edição é uma antologia de suas mais importantes composições, traduzidas por célebres escritores brasileiros e portugueses, com ilustrações de Grandville.

Nome: O Príncipe e o Mendigo nº 112 – Coleção A Obra-Prima de Cada Autor
Autor: Mark Twain

Mark Twain é considerado um dos maiores escritores norte-americanos. Durante sua vida, foi uma testemunha ocular da história de seu país, assistindo às muitas mudanças que a jovem nação enfrentava. Em meio a conflitos internos, ao crescimento da população, à escravidão e à expansão da indústria, Twain retratou a realidade dos Estados Unidos de forma abrangente – seja com uma prosa leve ou com ácidas críticas sociais.
O Príncipe e o Mendigo (1880) narra as aventuras de dois meninos fisicamente idênticos, que ao trocarem de lugar enfrentam realidades totalmente diferentes. Voltado ao público infantil, mescla, com qualidade, uma narrativa leve e juvenil com uma crítica à exploração das classes pobres.

Nome: As Aventuras de Pinóquio nº 88 – Coleção A Obra-Prima de Cada Autor – Série Ouro
Autor: Carlo Collodi

“Não era madeira nobre, mas um simples pedaço de lenha, desses que, no inverno, metem-se nos fogões e nas lareiras para acender o fogo e aquecer a casa.” Essa é a origem de Pinóquio, até que Mestre Cereja o descobre e faz dele um boneco de madeira. Mas Pinóquio não fica exatamente satisfeito, quer ser um menino.
Mas à parte a história que todos conhecem, visto que imortalizada pelos estúdios Disney, a versão original de Pinóquio é muito diferente. Recheada de um humor tipicamente italiano e de ironia mordaz, a história de Carlo Collodi retrata a dureza e crueldade da vida. Pinóquio passa uma série de dificuldades para aprender a ser um bom menino. Sua vaidade, sua ingenuidade e seu egoísmo são postos em xeque para que ele possa efetivamente transformar-se.
Pinóquio é um clássico de todos os tempos, no qual magia, humor e fantasia se misturam e encantam todos os tipos de leitores.

Nome: O Cão dos Baskerville nº 64 – Coleção A Obra-Prima de Cada Autor
Autor: Sir Arthur Conan Doyle

O detetive Sherlock Holmes e seu fiel amigo dr. Watson retornam em mais uma série de mistérios, assassinatos, pistas e perseguições em O cão dos Baskerville.
Considerada uma das melhores aventuras do detetive, a obra foi originalmente impressa em partes, publicadas pela revista Strand Magazine de agosto de 1901 a abril de 1902, quando, no mesmo ano, foi lançada em formato de livro.
O mistério a ser solucionado envolve a morte de Sir Charles Baskerville e um cão fantasmagórico que aterroriza os moradores da mansão Baskerville Hall.
O cão dos Baskerville possui uma história eletrizante que se tornou um clássico da literatura policial e promete prender a atenção do leitor a cada virada de página.

Por hoje é isto pessoal!! Até a próxima ;D



19 Jun 2012
Resenha: Halo – Alexandra Adornetto
Tuesday June 19, 2012 às 18:02 | Por Patricia | Arquivado em: Resenha | 436 palavras | 215 Visitas | | 8 comentários

Olá leitores! Hoje posto a resenha do livro “Halo”, da autora Alexandra Adornetto.

 

Nome: Halo
Autor: Alexandra Adornetto
Editora: Agir
Páginas: 472
Ano de Lançamento: 2010
Rating: ★★★★★

Três anjos são enviados à Terra com planos de se misturarem aos humanos para assegurar a paz e trazer a bondade: Gabriel, o Herói de Deus, um antigo guerreiro que se disfarça de professor de música; Ivy, serafim abençoada com poderes de cura; e Bethany, a mais nova e inexperiente do grupo, enviada como uma jovem estudante para aprender sobre a humanidade. Após Bethany se encantar com a vida humana, ela começa a viver todas as experiências de uma adolescente normal, até se apaixonar por um rapaz e colocar toda a missão em risco. As forças do mal se aproveitarão dessa situação para pôr seus planos malignos em prática. Um romance de tirar o fôlego, que responderá a pergunta: será que o amor é forte o suficiente para vencer as forças do mal?

O livro traz consigo uma narrativa cativante a respeito do amor. Anjos são designados a permanecer em vários locais da Terra, de forma a prevenir e, ocasionalmente, consertar os estragos feitos pelas forças das trevas. Gabriel, Ivy e Bethany são mandados à Venus Cove, cidade pacata na costa da Georgia – EUA.

Convivendo com os seres humanos, Bethany, que sempre fora a mais ligada aos sentimentos partilhados por eles (no Céu desempenhava papel de ajudar na transição de humanos recém-chegados) sente-se atraída pelas novas experiências que se desenrolam à sua frente. Também nutre sentimentos diversos, e descobre o amor nos braços de Xavier Woods, garoto aparentemente inacessível a todas as outras, devido a traumas de seu passado.

Tudo parecia bem até que a chegada repentina de um estranho faz o mundo de Bethany desmoronar. Será que, com a ajuda de Gabriel, Ivy e Xavier, ela será capaz de lidar com todos os contratempos causados por esta chegada? Será que conseguirá sair ilesa e viver plenamente seu amor?

É uma história encantadora – sim, eu adoro anjos – e que me conquistou. Hades, segundo volume da trilogia, já está em minha lista das próximas compras literárias, sem dúvida alguma.

Dou nota 5 ao livro, e digo que se tornou um de meus favoritos.

Até mais gente!



16 Jun 2012
Caixinha do Correio #4 e Parceria com as Editoras Sextante e Arqueiro
Saturday June 16, 2012 às 16:34 | Por Patricia | Arquivado em: Novidades, Parcerias | 702 palavras | 129 Visitas | Tags: , | 4 comentários

Olá leitores, como estão? Hoje tenho ótimas notícias!! Meu pedido de parceria com as editoras Sextante e Arqueiro foi aceita!! MUITO OBRIGADA por isso, estou muito feliz mesmo (sim, eu dei pulinhos quando li o e-mail ;) ).

Também recebi o livro “Ecologia da Alma” – Patrícia Cândido, da Editora Luz da Serra, para resenhar! Já o estou lendo :D Tenho algumas resenhas acumuladas aqui no computador e esta semana começarei postando-as. Espero que gostem dos livros que li =D

Retomei a parceria com a Editora MODO e com o autor Maurício Gomyde!

Agora falarei um pouquinho das novas Editoras parceiras:

Editora Sextante

Fundada em 1998, a Sextante tem entre os seus autores Brian Weiss, James Van Praagh, James Hunter, Augusto Cury, Allan e Barbara Pease, Mark W. Baker e Hugh Prather.

Espírito entre nós
James Van Praagh

Em ‘Espíritos entre nós’, o médium americano James Van Praagh afirma que os espíritos de pessoas queridas estão sempre à nossa volta, olhando por nós e até interferindo em nossas escolhas para tomarmos o caminho certo. No entanto, não são apenas esses espíritos bons que nos cercam. Muitas vezes, pessoas que morreram tragicamente continuam presas à Terra, e isso pode gerar uma série de transtornos e sofrimentos. Mas como identificar os espíritos que estão ao nosso lado? Como saber se são anjos ou assombrações? Como reconhecer os sinais que eles nos enviam? Como compreender suas mensagens? Neste livro, James Van Praagh ensina técnicas e exercícios que vão ajudar o leitor a compreender melhor o outro lado da vida, aliviando medos e fazendo enxergar a morte com mais naturalidade

Para mais informações sobre Editora Sextante clique aqui

Editora Arqueiro

Com a missão de publicar histórias empolgantes, tornar os livros cada vez mais acessíveis e despertar o amor pela leitura, a Editora Arqueiro é uma homenagem a esta figura extraordinária, capaz de enxergar mais além, mirar nas coisas verdadeiramente importantes e não perder o idealismo e a esperança diante dos desafios e contratempos da vida.

A Maldição do Tigre
Colleen Houck

Kelsey Hayes perdeu os pais recentemente e precisa arranjar um emprego para custear a faculdade. Contratada por um circo, ela é arrebatada pela principal atração: um lindo tigre branco. Kelsey sente uma forte conexão com o misterioso animal de olhos azuis e, tocada por sua solidão, passa a maior parte do seu tempo livre ao lado dele. O que a jovem órfã ainda não sabe é que seu tigre Ren é na verdade Alagan Dhiren Rajaram, um príncipe indiano que foi amaldiçoado por um mago há mais de 300 anos, e que ela pode ser a única pessoa capaz de ajudá-lo a quebrar esse feitiço. Determinada a devolver a Ren sua humanidade, Kelsey embarca em uma perigosa jornada pela Índia, onde enfrenta forças sombrias, criaturas imortais e mundos místicos, tentando decifrar uma antiga profecia. Ao mesmo tempo, se apaixona perdidamente tanto pelo tigre quanto pelo homem.

Para mais informações sobre Editora Arqueiro clique aqui

Até mais pessoal! :)



06 Jun 2012
Resenha: Carta de Pero Vaz de Caminha – Editora Martin Claret
Wednesday June 6, 2012 às 17:01 | Por Patricia | Arquivado em: Parcerias, Resenha | 826 palavras | 997 Visitas | Tags: , | 16 comentários

Olá leitores! Hoje posto a resenha do livro “Carta de Pero Vaz de Caminha A El-Rei D. Manuel sobre o achamento do Brasil”, em parceria com a editora Martin Claret.

 

Nome: Carta de Pero Vaz de Caminha A El-Rei D. Manuel sobre o achamento do Brasil
Autor: Pero Vaz de Caminha
Editora: Martin Claret
Páginas: 128
Ano de Lançamento: 2005
Rating: ★★★★★

Documento inicial da história do Brasil, a carta de Pero Vaz de Caminha ao rei D. Manuel I fixa o primeiro encontro do europeu, representado pelos portugueses da armada de Cabral, com os indígenas da terra então descoberta. Por mais de três séculos a Carta permaneceu nos arquivos portugueses, só tendo sido publicada em 1817. É uma obra de valor documental, isto é, é um registro de nossa história e do pensamento que regia os colonos que aqui chegavam, suas intenções e seus julgamentos em relação ao povo que aqui vivia. Este período ficou conhe-cido como Literatura de Informação ou Epistolar, pois era realizada, por intermédio de cartas, com o único intuito de informar à Coroa portu-guesa sobre o que aqui encontraram.

O livro é iniciado com uma abordagem sobre a coleção “A Obra Prima de Cada Autor”, seguido de uma explanação a respeito da leitura em si, trazendo também análise opinativa a respeito das publicações feitas da Carta ao longo do tempo. Em seguida tem-se a Carta propriamente dita, com o fac-símile (de acordo com o Wikipédia “é toda cópia ou reprodução que apresenta uma grande semelhança com o original.”) e a transcrição na próxima página – em uma página há o fac-símile e na outra a transcrição do respectivo trecho. Após o documento original tem-se a tradução adaptada ao nosso português atual, permitindo melhor compreensão. E, no final, há a bibliografia, mapas de rotas feitas por Cabral e lista de obras publicadas pela Editora.

O livro nos remete à época Quinhentista do Brasil, onde os principais tipos de literatura eram a Jesuítica (representada, principalmente, pelo Padre José de Anchieta *) e a Informativa (à qual este documento pertence). Nesta carta, que se consiste no primeiro documento escrito em nosso país, é descrita como era parte de nosso país, àquela época denominado “Ilha de Vera Cruz” – onde Cabral e suas naus (de acordo com o Wikipédia “nau: denominação genérica dada a navios de grande porte até o século XV usados em viagens de grande percurso”) desembarcaram, citando suas características físicas, fauna e flora, bem como a maneira como eram os habitantes que cá estavam – os índios. Ela fora destinada à D. Manuel I, rei de Portugal.

* Enquanto a Europa vivia o Renascimento, o Brasil vivia o Quinhentismo que, para aqueles que não sabem, teve o Padre José de Anchieta como um de seus principais representantes. Ele foi trazido para catequizar os índios (de acordo com a concepção portuguesa, os índios se converteriam à sua religião, monoteísta, em detrimento da crença politeísta já praticada por eles), porém, além disso, estudou a linguagem dos índios e criou um “dicionário”, de modo a tornar seu aprendizado acessível a todos,, bem como poder catequizar os índios.

Mostra também como era a punição de alguns prisioneiros de Portugal, que eram mandados juntos com os índios para aprenderem seus costumes – e seriam aqui deixados após a partida de Cabral.

Na Carta podemos ver a diversidade natural que aqui existiam à época, coexistindo em perfeita harmonia com os índios. Como era de se esperar, não havia diálogo entre os colonizadores e os nativos, pois cada qual tinha sua própria linguagem.

Também pode-se perceber a inocência dos índios, a sua falta de percepção monetária, bem como a esperteza – lê-se “ganância” ou algo do tipo – dos portugueses, ao supor que podiam levar uma amostra do que bem entendessem ao rei de Portugal, para que este avaliasse a terra com seus próprios olhos – cogitou-se levar “amostras” de índios para que D. Manuel I pudesse ver.

A Carta é um documento rico em história e de leitura obrigatória a todos os brasileiros, de modo a conhecermos o início dos tempos em nosso Brasil. Além disso, concordo com Caminha quando diz “Achamento do Brasil” – não sei de onde veio o termo “Descoberto” –, pois haviam índios aqui, não?

Recomendo a leitura deste livro a todos os que gostam de clássicos da literatura :)

Dou nota 5 a ele, devido à sua importância histórica.

Até mais!